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A proposta de Produção Textual Interdisciplinar Individual (PTI) terá como temática 
“Economias liberais e intervencionistas”. Escolhemos esta temática para possibilitar a aprendizagem 
interdisciplinar dos conteúdos desenvolvidos nas disciplinas desse semestre.  
Para atingir os objetivos desta produção textual, você deverá seguir as instruções voltadas a 
elaboração do trabalho disponibilizadas ao longo do semestre, sob a orientação do Tutor a Distância, 
considerando as disciplinas norteadoras. A participação na consecução da proposta é fundamental 
para que haja o pleno desenvolvimento de competências e habilidades requeridas em sua atuação 
profissional. 

O ano de 1929 pode ser considerado o marco de uma das maiores crises da história do capitalismo. 
Foi o ano em que os Estados Unidos foram abalados por uma grave crise econômica que repercutiu no mundo 
inteiro. Durante a Primeira Guerra Mundial (1914-1918), os Estados Unidos, foram os principais fornecedores 
dos países europeus, exportando grandes quantidades de produtos industrializados, alimentos e capitais (sob 
a forma de empréstimos). No pós-guerra, os Estados Unidos, tornaram-se a maior potência econômica do 
mundo. Em 1920, a indústria norte-americana produzia quase 50% de toda a produção industrial do mundo. 
Por quase toda a década de 20, a prosperidade econômica gerou nos norte-americanos um clima de grande 
euforia e de consumo desenfreado, gerando o modo de vida americano como modelo de progresso. Viver 
bem significava consumir cada vez mais. Porém, no final da década de 20, a produção norte-americana atingiu 
um ritmo de crescimento muito maior do que a demanda por seus produtos, gerando uma crise de 
superprodução. Em 1929, os Estados Unidos conheceram uma profunda crise econômica, com a queda da 
Bolsa de Valores de Nova York, que gerou uma grave crise interna, um alto índice de desemprego e que acabou 
afetando vários países do mundo (Gazier, 2009). 
Pode-se considerar, então, que foi uma crise de excesso de oferta e de insuficiência de 
demanda, que teve como efeitos uma significativa queda dos preços, da renda e do emprego. Os 
dogmas neoclássicos da "mão invisível", do equilíbrio automático dos mercados e da lei de Say perderam a credibilidade, e então surgiu Keynes defendendo a intervenção do Estado na economia para ajustar a oferta à demanda, principalmente para aumentar a demanda agregada na fase recessiva do ciclo econômico. Assim, de acordo com Alverga (2010), Keynes rejeita os preceitos de equilíbrio, com pleno emprego, ajustável automaticamente (Lei de Say e lei da oferta e da procura). No caso do início da década de 30, com a economia atravessando uma depressão terrível, era imperativo que houvesse incremento dos gastos públicos para que a produção, a renda e o emprego se recuperassem. Os instrumentos para concretizar a intervenção do Estado na economia passaram a ser as políticas fiscal e monetária. Desde então, governos ao redor do mundo adotam diferentes formas de conduzir a atividade econômica. Alguns com maior intervenção do estado e outros adotando políticas econômicas mais liberais, sempre com o mesmo objetivo, de obter significativos crescimento e desenvolvimento econômico. Qualquer que seja a política adotada, suas decisões têm influência sobre os cenários econômicos e consequentemente sobre o mundo dos negócios, sendo necessário então que as empresas conheçam o impacto de tais mudanças no comportamento dos consumidores, na economia, e na concorrência, o que refletirá em sua posição neste cenário econômico, para que possam prever e prevenir fatores negativos que as influenciam. ALVERGA, Carlos Frederico Rubino Polari de. A intervenção do Estado na economia por meio das políticasfiscal e monetária – Uma abordagem keynesiana. Revista Jus Navigandi, ISSN 1518-4862, Teresina, ano 15, n. 2714, 6 dez. 2010. Disponível em: https://jus.com.br/artigos/17920. Acesso em: 3 fev. 2020.Ao investigar como se dá a relação entre diferentes fatores, como consumo, produção, inflação, taxa de juros, por exemplo, presentes em um mesmo contexto, podemos empregar os chamados modelos matemáticos, os quais descrevem, a partir de uma lei matemática, a relação existente entre esses fatores, os quais são chamados de variáveis. Dessa forma, com base nos conceitos matemáticos, principalmente, a respeito de funções e suas propriedades, podemos construir modelos que visam interpretar os fenômenos que ocorrem em nossa realidade. No entanto, para que seja possível construir um modelo, é preciso coletar informações a respeito do fenômeno em estudo, das variáveis que estão presentes, entre outras, buscando uma lei matemática o mais fidedigna possível à realidade. Por exemplo, determinada empresa pode modelar seu custo semanal a partir da função 𝐶(𝑥) = 500 − 8𝑥 + 𝑥2 em que 𝑥 é o número de unidades produzidas semanalmente. No entanto, perceba que o custo está sendo calculado apenas em função da produção, descartando outras possíveis variáveis que possam interferir no cálculo real do custo, isto é, uma simplificação foi feita de modo a representar o custo como uma função de uma variável real, visto que essa função relaciona apenas uma variável dependente (custo) a partir de uma variável independente (produção).  Sendo assim, considerando as definições de função de uma variável real e de função de várias variáveis reais, bem como dos conceitos matemáticos relacionados, escreva sobre a importância da construção de modelos matemáticos no contexto da Economia, destacando situações práticas nas quais esses modelos se fazem presentes, refletindo também sobre aimportância e a influência das simplificações para a validade e aplicabilidade desses modelos em estudos de fenômenos da realidade. Leitura sugerida: Modelos Matemáticos e Economia Política – algumas reflexões. Disponível em: <https://revistas.pucsp.br/rpe/article/view/11950/8652> (acesso em 31 jan. 2020). Entenda como analistas fazem projeções para a economia. Disponível em: <https://economia.uol.com.br/noticias/redacao/2013/02/04/entenda-como-osanalistas-fazem-projecoes-para-a-economia.htm> (acesso em 31 jan. 2020)  Para a disciplina de Econometria: Econometria é um conjunto de ferramentas estatísticas com o objetivo de entender a relação entre variáveis econômicas através da aplicação de um modelo matemático, sendo a regressão é a principal ferramenta da econometria. A análise de regressão ocupa-se do estudo da dependência de uma variável, a variável dependente, em relação a uma ou mais variáveis, as variáveis explicativas, com o objetivo de estimar e ou prever a média (da população) ou o valor médio da dependente em termos dos valores conhecidos ou fixos (em amostragem repetida) das explicativas. Nesse contexto, além de mensurar as funções de custos de produção, também é de suma importância que as empresas saibam quais são suas curvas de oferta e demanda, podendo assim, estimar o impacto os preços nas quantidades demandadas e ofertadas e seus respectivos coeficientes de determinação: 150 1,5 ² 0,96 YP R   50 25 R² 0,90 YP,

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    Ciências Econômicas 4º / 5º

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